Acabe com o chulé

o-SMELLY-FEET-facebookEste post na verdade foi uma encomenda, mas por questões de amizade, vou preservar o requisitante e enviar a matéria por email, rs, rs.

Tanto o CC, que já conversamos a respeito aqui, quanto o chulé, podem ser muito embaraçosos e atrapalhar a vida social de quem sofre com o problema.

Mais do que qualquer outro órgão, os pés possuem muitas glândulas sudoríparas que funcionam continuamente, produzindo suor e mantendo a região úmida. Tudo tranquilo, não fosse essa mania que temos de andar calçados  por aí, 😉 …

Algumas pessoas normalmente transpiram mais que outras e situações especiais podem ocasionar aumento da umidade na área, a exemplo de alterações hormonais da adolescência ou até da gestação, stress, uso de medicamentos e também ingestão de alimentos como alho, cebola e condimentos. Isso, sem considerar que falta de higiene dos pés é causa mais que suficiente para colocar qualquer um numa situação de chulé intenso!

 

Mas, o que é o chulé?

 

Uma combinação de bactérias que moram nos pés e que ao entrarem em contato com a umidade e os fragmentos de pele morta produzem compostos químicos (ácido isovalérico e etanotiol) que dão aquele cheirinho tão característico de que algo muito ruim aconteceu dentro do seu sapato.

O que fazer? 

Acabar com o chulé não é tão difícil. Para a maior parte das pessoas, essas medidas simples trarão excelentes resultados. Lembrando que uma boa higiene é a chave do sucesso!!

 Livre-se do Chule

 

Salve seus sapatos

Se você viveu uma vida lutando contra o chulé, é bem provável que seus sapatos estejam bastante comprometidos pelas bactérias causadoras do mau odor.  Antes de condená-los, experimente estas dicas super úteis e salve-os:

  • Use sal refinado (o sal de cozinha) dentro dos sapatos e deixe-os da noite para o dia. O sal absorverá a umidade com ação antisséptica. Pela manhã, retire o sal e use o sapato normalmente.
  • Sempre que for lavar tênis ou outros calçados laváveis utilize água com sal para o enxague e Lysoform ® para o molho.

 

 

 

 

Mari Liborio, enfermeira, mestre em Ciências da Saúde e especialista em Controle de Infecção.